terça-feira, 17 de agosto de 2010
Festa da Padroeira
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Fórum Educacional com os candidatos ao governo do Paraná
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Os 10 mandamentos do casal

1) Os dois nunca devem irritar-se ao mesmo tempo.
Isto significa evitar a explosão; quanto mais a situação é complicada, mais a calma é necessária.
2) Nunca gritar um com o outro, a não ser que a casa esteja em chamas.
Quem tem bons argumentos não precisa gritar. Quanto mais alguém grita, menos é ouvido.
3) Se alguém deve ganhar na discussão, deixar que seja o outro.
Perder uma discussão pode ser um ato de inteligência e de amor e amadurecimento.
4 ) Se for inevitável chamar a atenção, faça com amor.
A outra parte tem que entender que a crítica tem o objetivo de somar e não de dividir.
5) Nunca jogar no rosto do outro os erros do passado.
A pessoa é sempre maior que seus erros, e ninguém gosta de ser caracterizado por seus defeitos.
6) A displicência com qualquer pessoa é tolerável, menos com o cônjuge.
Na vida a dois tudo pode e deve ser importante, pois a felicidade nasce das pequenas coisas
7 Nunca ir dormir sem ter chegado a um acordo.
Se isso não acontecer, no dia seguinte o problema poderá ser pior.
8) Pelo menos uma vez ao dia, dizer ao outro uma palavra carinhosa.
Muitos têm reservas enormes de ternura, mas esquecem de dizer isto em voz alta
9) Cometendo um erro, prepara-se para admiti-lo e pedir desculpa.
Admitir um erro não é humilhação.
A Pessoa que admite erro demonstra ser honesta.
10) Quando um não quer, dois não brigam.
É a sabedoria popular que ensina isto. Mas esta mesma sabedoria lembra que “dois bicudos não se beijam”
Alguém tem de tomar a iniciativa, quebrar o gelo. Tomar iniciativa é gesto de maturidade e amor.
domingo, 8 de agosto de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Quem ama é imortal.Quem ama não morre jamais ! Homenagem a Dra. Zilda Arns
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Bancas, emoção e formação para a vida
Vivi momentos especiais ontem à noite. Participei das duas últimas bancas de avaliação deste ano. Em ambos os casos, pude notar o crescimento das alunas ao longo do curso. Acompanhei a Polyana e a Maika desde a primeira semana de aulas, quatro anos atrás. Não foi diferente com a turma dela. Vi o desenvolvimento de muitos deles e, quando encerrou a última banca, senti um nó na garganta. Acabava ali um ciclo. Foi a primeira turma que acompanhei ao longo dos quatro anos. Vi "nascer", desenvolver-se e concluir a graduação.
Quando iniciei minhas considerações em ambas as bancas, expressei um pouco do que sentia em relação a história delas e dos colegas durante o curso. Vi lágrimas em seus olhos. Emoção. Com a Maika, conversei um pouco mais. Vendo-a, lembrava de muito do que experimentei nesses anos na academia. Com a turma dela, comecei definitivamente a construção de uma carreira na educação superior. Nenhuma atividade anterior havia sido tão significativa... Por isso, esses alunos se tornaram tão especiais na formação do que sou hoje para o nosso curso. Se hoje tenho o respeito de todas as turmas, posso dizer que eles contribuíram na definição do meu perfil e caráter como educador.
Mas a emoção foi ainda maior... Ao meu lado, estava um orientador e um colega jornalista, ambos meus ex-alunos. O Anderson e o Rafael passaram rápido pela minha vida na academia. Mas foram significativos justamente por confirmarem que tinha feito a escolha certa na minha proposta de ensino e relação aluno-professor. Assumi a turma deles como professor substituto. Seis meses apenas. E num momento em que a turma estava desmotivada. Quando encerramos o ciclo, após os elogios, ganhei de presente ser "nome de turma".
Então, tudo isto se misturou nas minhas considerações... Talvez para alguns, sensibilidade demais para um momento tão formal. Mas não creio que precisa ser apenas normas, cobrança por conteúdos. Elas estavam ali, listadas e esgotadas na continuidade de minha exposição, porém não poderiam silenciar o que representava aquele momento.
Hoje, compartilho estas emoções, porque fazem parte da minha história e relação com a educação. Nem sempre temos o privilégio de expressar o que certas coisas significam para nós. Mas a academia é para mim mais que um ato formal de oferecer conteúdos. É o espaço para experiências novas, ousadas e de formação de sujeitos, não apenas de técnicos para atuarem no mercado de trabalho. A seriedade na apresentação das teorias, as aulas densas, provocativas, o rigor na cobrança dos trabalhos, a tensão e profundidade das avaliações se aliam ao desejo de que a faculdade seja, de fato, um espaço para um experiência superior.
Fonte: http://ronaldonezo.posterous.com/




