quarta-feira, 20 de maio de 2009
CAMINHANDO...
domingo, 3 de maio de 2009
A Carroça e as Abóboras
Era uma vez um cocheiro que dirigia uma carroça cheia de abóboras.
A cada solavanco da carroça, ele olhava para trás e via que as abóboras estavam todas desarrumadas.
Então ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar.
Mal reiniciava sua viagem, lá vinha outro solavanco e... Tudo se desarrumava de novo.
Então ele começou a desanimar e pensou:
"Jamais vou conseguir terminar minha viagem! É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as abóboras arrumadas!".
Enquanto divagava, passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras, e ele observou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás.
As abóboras que estavam desarrumadas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco.
Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do local onde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares.
Tudo se ajeita.
Basta continuar caminhando.
A cada solavanco da carroça, ele olhava para trás e via que as abóboras estavam todas desarrumadas.
Então ele parava, descia e colocava-as novamente no lugar.
Mal reiniciava sua viagem, lá vinha outro solavanco e... Tudo se desarrumava de novo.
Então ele começou a desanimar e pensou:
"Jamais vou conseguir terminar minha viagem! É impossível dirigir nesta estrada de terra, conservando as abóboras arrumadas!".
Enquanto divagava, passou à sua frente outra carroça cheia de abóboras, e ele observou que o cocheiro seguia em frente e nem olhava para trás.
As abóboras que estavam desarrumadas organizavam-se sozinhas no próximo solavanco.
Foi quando ele compreendeu que, se colocasse a carroça em movimento na direção do local onde queria chegar, os próprios solavancos da carroça fariam com que as abóboras se acomodassem em seus devidos lugares.
Tudo se ajeita.
Basta continuar caminhando.
BOA SEMANA...
terça-feira, 21 de abril de 2009
Um dia na Rádio ( parte II)
Neste feriado nacional foi o dia de receber um povo muito querido da cidade de Astorga.
Uma caravana bem animada passou uma parte da manhã conhecendo as instalações da Rádio Colméia. Tem gente que acordou de madrugada para encontrar o grupo. Antes das oito da manhã já estava todo mundo na sede da Rádio. Obrigado Astorga, a Rádio conta com vocês!!!
A Rádio vai até você...
Cada dia mais eu acredito que quem trabalha em Rádio, precisa sair dos estudios e ir ao encontro do ouvinte. A Rádio Colméia é um belo exemplo. Sabemos que é impossivel visitar a casa de todas as pessoas que demostram o seu amor por este trabalho e acompanham sempre a nossa programação. Mas através de um sorteio visitamos uma ouvinte muito querida, moradora da Vila Morangueira. Levamos um café da manhã, super completo, além de um Rádio com Cd de presente. E claro, apresentei uma parte da programação direto da casa de nossa ouvinte. Agora é esperar para mais uma super visita...
domingo, 1 de março de 2009
Eu, quando visto pelo outro
Há vários anos, o padre Fabio de Melo, evangeliza pela música e agora também foi descoberto por alguns meios de comunicação como um novo “artista”. Ganhou mais espaço na mídia, e se tornou mais conhecido. Gosto de sua forma de evangelizar e acredito que é bem vindo todo aquele que tem boa vontade em fazer o ser humano descobrir a sua identidade.Mas sabemos que toda essa visibilidade tem um preço. Conheço seu trabalho a muitos anos, mas alguns tentam tirar o foco de sua real missão.
Quero compartilhar um dos seus textos sobre esta nova realidade em sua vida:
_____________________
Quem sou eu? Eu vivo pra saber. Interessante descoberta que passa o tempo todo pela experiência de ser e estar no mundo. Eu sou e me descubro ainda mais no que faço. Faço e me descubro ainda mais no que sou. Partes que se complementam. O interessante é que a matriz de tudo é o "ser". É nele que a vida brota como fonte original. O ser confuso, precário, esboço imperfeito de uma perfeição querida, desejada, amada. Vez em quando, eu me vejo no que os outros dizem e acham sobre mim. Uma manchete de jornal, um comentário na internet, ou até mesmo um email que chega com o poder de confidenciar impressões. É interessante. Tudo é mecanismo de descoberta. Para afirmar o que sou, mas também para confirmar o que não sou.Há coisas que leio sobre mim que iluminam ainda mais as minhas opções, sobretudo quando dizem o absolutamente contrário do que sei sobre mim mesmo. Reduções simplistas, frases apressadas que são próprias dos dias que vivemos. O mundo e suas complexidades. As pessoas e suas necessidades de notícias, fatos novos, pessoas que se prestam a ocupar os espaços vazios, metáforas de almas que não buscam transcendências, mas que se aprisionam na imanência tortuosa do cotidiano. Tudo é vida a nos provocar reações.Eu reajo. Fico feliz com o carinho que recebo, vozes ocultas que não publico, e faço das afrontas um ponto de recomeço. É neste equilíbrio que vou desvelando o que sou e o que ainda devo ser, pela força do aprimoramento. Eu, visto pelo outro, nem sempre sou eu mesmo. Ou porque sou projetado melhor do que sou, ou porque projetado pior. Não quero nenhum dos dois. Eu sei quem eu sou. Os outros me imaginam. Inevitável destino de ser humano, de estabelecer vínculos, cruzar olhares, estender as mãos, encurtar distâncias. Somos vítimas, mas também vitimamos. Não estamos fora dos preconceitos do mundo. Costumamos habitar a indesejada guarita de onde vigiamos a vida. Protegidos, lançamos nossos olhos curiosos sobre os que se aproximam, sobre os que se destacam, e instintivamente preparamos reações, opiniões. O desafio é não apontar as armas, mas permitir que a aproximação nos permita uma visão aprimorada. No aparente inimigo pode estar um amigo em potencial. Regra simples, mas aprendizado duro.Mas ninguém nos prometeu que seria fácil. Quem quiser fazer diferença na história da humanidade terá que ser purificado neste processo. Sigamos juntos. Mesmo que não nos conheçamos. Sigamos, mas sem imaginar muito o que o outro é. A realidade ainda é base sólida do ser.
Quem sou eu? Eu vivo pra saber. Interessante descoberta que passa o tempo todo pela experiência de ser e estar no mundo. Eu sou e me descubro ainda mais no que faço. Faço e me descubro ainda mais no que sou. Partes que se complementam. O interessante é que a matriz de tudo é o "ser". É nele que a vida brota como fonte original. O ser confuso, precário, esboço imperfeito de uma perfeição querida, desejada, amada. Vez em quando, eu me vejo no que os outros dizem e acham sobre mim. Uma manchete de jornal, um comentário na internet, ou até mesmo um email que chega com o poder de confidenciar impressões. É interessante. Tudo é mecanismo de descoberta. Para afirmar o que sou, mas também para confirmar o que não sou.Há coisas que leio sobre mim que iluminam ainda mais as minhas opções, sobretudo quando dizem o absolutamente contrário do que sei sobre mim mesmo. Reduções simplistas, frases apressadas que são próprias dos dias que vivemos. O mundo e suas complexidades. As pessoas e suas necessidades de notícias, fatos novos, pessoas que se prestam a ocupar os espaços vazios, metáforas de almas que não buscam transcendências, mas que se aprisionam na imanência tortuosa do cotidiano. Tudo é vida a nos provocar reações.Eu reajo. Fico feliz com o carinho que recebo, vozes ocultas que não publico, e faço das afrontas um ponto de recomeço. É neste equilíbrio que vou desvelando o que sou e o que ainda devo ser, pela força do aprimoramento. Eu, visto pelo outro, nem sempre sou eu mesmo. Ou porque sou projetado melhor do que sou, ou porque projetado pior. Não quero nenhum dos dois. Eu sei quem eu sou. Os outros me imaginam. Inevitável destino de ser humano, de estabelecer vínculos, cruzar olhares, estender as mãos, encurtar distâncias. Somos vítimas, mas também vitimamos. Não estamos fora dos preconceitos do mundo. Costumamos habitar a indesejada guarita de onde vigiamos a vida. Protegidos, lançamos nossos olhos curiosos sobre os que se aproximam, sobre os que se destacam, e instintivamente preparamos reações, opiniões. O desafio é não apontar as armas, mas permitir que a aproximação nos permita uma visão aprimorada. No aparente inimigo pode estar um amigo em potencial. Regra simples, mas aprendizado duro.Mas ninguém nos prometeu que seria fácil. Quem quiser fazer diferença na história da humanidade terá que ser purificado neste processo. Sigamos juntos. Mesmo que não nos conheçamos. Sigamos, mas sem imaginar muito o que o outro é. A realidade ainda é base sólida do ser.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Um dia na Rádio...



O meu primeiro contato com o Rádio, foi quando eu tinha 13 anos. Depois de fazer uma leitura em um encontro, fui convidado para ajudar na produção de um programa. Isso aconteceu através da Irmã Deonice, uma religiosa muito querida, que na época era a diretora do Albergue de Maringá. Logo que eu entrei em um estúdio de Rádio, nossa que emoção, meus olhos estavam encantados com tudo o que estava acontecendo. Depois tive outras experiências, em várias emissoras. O pessoal me convidava, até porque eu gostava tanto, que nem pensava em salário. Depois de me aventurar por alguns microfones e de conviver com tanta gente, que nem sempre pensa no seu bem, procurei outra coisa para fazer. Até que em 2002 fui contratado pela Rádio Colméia, onde estou até hoje. Porque contar um pouco desta história?
Todos os dias recebemos inúmeras visitas na emissora. Mas hoje chegou um ônibus, isso mesmo, uma caravana com 50 ouvintes de Sarandi. Durante alguns minutos eles permaneceram comigo no estúdio participando da programação. Consegui perceber que a nossa história é construída todos os dias. Hoje eram eles que estavam felizes por conhecer uma Rádio. Crianças, mães, jovens, senhoras, pessoas que a cada dia descobrem a importância de sua missão nesta terra. Gente lutadora, humilde, e com muito amor no coração. São pessoas assim, que fazem a nossa comunicação ser melhor.
Todos os dias recebemos inúmeras visitas na emissora. Mas hoje chegou um ônibus, isso mesmo, uma caravana com 50 ouvintes de Sarandi. Durante alguns minutos eles permaneceram comigo no estúdio participando da programação. Consegui perceber que a nossa história é construída todos os dias. Hoje eram eles que estavam felizes por conhecer uma Rádio. Crianças, mães, jovens, senhoras, pessoas que a cada dia descobrem a importância de sua missão nesta terra. Gente lutadora, humilde, e com muito amor no coração. São pessoas assim, que fazem a nossa comunicação ser melhor.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
A vida é uma aventura
Após retornar de São Paulo, a agitação tomou conta. Ou melhor, depois de passar 15 dias estudando em tempo integral, retornei a Maringá e no dia seguinte já comecei o meu trabalho normal. É bom voltar e apresentar as novidades e a cada dia superar os obstáculos. Mesmo deixando minha vida bem agitada, ainda esse ano tenho que retornar para Sp e estudar em mais uma etapa. O importante agora é tentar fazer bem as coisas que já fazem parte do meu dia. Mesmo em meio a agitação, vamos respirando fundo e vivendo uma coisa de cada vez.
Tolice é viver assim sem aventura...
Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.
Oscar Wilde
Tolice é viver assim sem aventura...
Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.
Oscar Wilde
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